FÍSICA GRACELI DE PONTOS [ DE ANCELMO LUIZ GRACELI - BRASILEIRO].
FÍSICA GRACELI DE PONTOS [CRÍTICO OU NÃO] DE INTENSIDADE, DE VELOCIDADE, E POTENCIALIDADE / TEMPO , EM TIPOS, FORMAS, TEMPERATURA E DIMENSÕES DE GRACELI
.[* ]..
FGP[CRÍTICO OUNÃO] DE [IVP / T OU / .[* ].. ]/.
FGP = FÍSICA GRACELI DE PONTOS.
TAMBÉM SE TEM O ÁTOMO DE GRACELI DINÂMICO,TRANSCENDENTE, RELATIVÍSTICO E INDETERMINADO.
COMO TAMBÉM A FÍSICA DE GRACELI DINÂMICA,TRANSCENDENTE, RELATIVÍSTICA E INDETERMINADA.
FORMANDO UM SISTEMA FÍSICO E ATÔMICO GENERALIZADO.- DINÂMICO,TRANSCENDENTE, RELATIVÍSTICO E INDETERMINADO.
TEORIA GRACELI DE PONTOS.
DE TRANSFORMAÇÕES.
ENTROPIA,
ENTALPIA,
PONTO CRÍTICO,
DILATAÇÕES, E OUTROS.
PARA ELEMENTOS QUÍMICOS, ENERGIAS, MOMENTUNS, MOMENTUM MAGNÉTICO, MAGNÉTON DE BOHR, E OUTROS.FENÔMENOS E ESTRUTURAS.
FENÔMENOS , CLÁSSICOS, QUÂNTICOS E ATÔMICOS., FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA, PARTÍCULAS, EMISSÕES E ABSORÇÕES, E INTERAÇÕES DE ONDAS, SPÍNS E ÓRBITAS, INTERAÇÕES DE ONDAS PARTÍCULAS, E OUTRAS INTERAÇÕES. E OUTROS FENÔMENOS.
FGP [PCF]= FÍSICA GRACELI DE PONTOS E OU DE PONTOS CRÍTICOS E PARA TODOS OS FENÔMENOS.
[FGP [PCFE] = FÍSICA GRACELI DE PONTOS, PONTOS DE FENÔMENOS E ESTRUTURAS.
EXEMPLO.
FGP [PCF] / * ψ [ ] .=
FGP [PCF] [PF ponto de fusão] / * ψ [ ] .=
O ponto de fusão designa a temperatura à qual uma substância passa do estado sólido ao estado líquido. Eis abaixo uma breve lista dos elementos químicos e seus respectivos pontos de fusão.
MECÂNICA GRACELI GENERALIZADA - QUÂNTICA TENSORIAL DIMENSIONAL RELATIVSTA DE CAMPOS [1.577]
ÁTOMO GRACELI DE PONTO. [CONFORME OS PONTOS REFERENDADOS ACIMA].
OU SEJA, UM ÁTOMO TRANSCENDENTE COM VARIÇÕES ESPECÍFICAS EM CADA PONTO , EM CADA TEMPO E MOMENTUM MAGNÉTICO E DE SPINS, E DE ENERGIA QUÂNTICA.
Através das descrições quânticas da radiação eletromagnética propostas por Albert Einstein e Max Planck, o físico dinamarquês Niels Bohr desenvolve seu modelo atômico a partir de quatro postulados:[3]
- Os elétrons que circundam o núcleo atômico existem em órbitas que têm níveis de energia quantizados.
- A energia total do elétron (cinética e potencial) não pode apresentar um valor qualquer e sim, valores múltiplos de um quantum.[1]
- Quando ocorre o salto de um elétron entre órbitas, a diferença de energia é emitida (ou suprida) por um simples quantum de luz (também chamado de fóton), que tem energia exatamente igual à diferença de energia entre as órbitas em questão.
- As órbitas permitidas dependem de valores quantizados (bem definidos) de momento angular orbital, L, de acordo com a equação
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
onde n = 1, 2, 3, ... é chamado de número quântico principal e h é a constante de Planck.[4]
A regra 4 afirma que o menor valor possível de n é 1. Isto corresponde ao menor raio atômico possível, de 0,0529 nm, valor também conhecido como raio de Bohr. Nenhum elétron pode aproximar-se mais do núcleo do que essa distância.
O modelo de átomo de Bohr é às vezes chamado de modelo semi-clássico do átomo, porque agrega algumas condições de quantização primitiva a um tratamento de mecânica clássica. Este modelo certamente não é uma descrição mecânica quântica completa do átomo. A regra 2 diz que as leis da mecânica clássica não valem durante um salto quântico, mas não explica que leis devem substituir a mecânica clássica nesta circunstância. A regra 4 diz que o momento angular é quantizado, mas não diz por quê.
Expressão para o raio de Bohr
Considere o caso de um íon com a carga do núcleo sendo Ze e um eléctron movendo-se com velocidade constante v ao longo de um círculo de raio r com centro no núcleo.[5]
A força de Coulomb sobre o electrão é
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
A força de Coulomb é a força centrípeta. Logo:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Usando a regra de quantização do momento angular de Bohr:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Temos para o n-ésimo raio de Bohr:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
E a velocidade do electrão na n-ésima órbita:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Equação de Rydberg
A equação de Rydberg, que era conhecida empiricamente antes da equação de Bohr, está agora na teoria de Bohr para descrever as energias de transições entre um nível de energia orbital e outro. A equação de Bohr dá o valor numérico da já conhecida e medida constante de Rydberg, e agora em termos de uma constante fundamental da natureza, inclui-se a carga do elétron e a constante de Planck.[1] Quando o elétron é movido do seu nível de energia original para um superior e, em seguida, recua um nível retornando à posição original, resulta num fóton a ser emitido. Usando a fórmula derivada para os diferentes níveis de energia de hidrogênio, determinam-se os comprimentos de onda da luz que um átomo de hidrogênio pode emitir. A energia de um fóton emitido por um átomo de hidrogênio é determinado pela diferença de dois níveis de energia de hidrogênio:[1]
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
onde ni é o nível inicial , e nf é o nível final de energia. Uma vez que a energia de um fóton está
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
o comprimento de onda do fóton emitido é dada pela
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Isto é conhecido como a equação de Rydberg, e o R da constante Rydberg é , ou em unidades naturais . Esta equação foi conhecida no século XIX pelos cientistas que estudavam a espectroscopia, mas não havia nenhuma explicação teórica para estas equações ou uma previsão teórica para o valor de R, até Bohr. A propósito, a derivação de Bohr da constante Rydberg, bem como o acordo concomitante da equação de Bohr com as experimentalmente observadas linhas espectrais de Lyman (), Balmer (), e Paschen (), e a previsão teórica bem sucedida de outras linhas ainda não observadas, foi uma das razões para o seu modelo ser imediatamente aceito. Para aplicar em átomos com mais de um elétron, a equação de Rydberg pode ser modificada pela substituição de "Z" por "Z - b" ou "n" por "n - b", em que b é uma constante que representa o efeito de triagem devido a outros elétrons. Isto foi estabelecido empiricamente antes de Bohr apresentar seu modelo.[6]
Níveis energéticos dos elétrons em um átomo de hidrogênio
O modelo do átomo de Bohr explica bem o comportamento do átomo de hidrogênio e do átomo de hélio ionizado, mas é insuficiente para átomos com mais de um elétron.
Segue abaixo um desenvolvimento do modelo de Bohr que demonstra os níveis de energia no hidrogênio.
Sejam as seguintes convenções:
1. Todas as partículas são como ondas e, assim, o comprimento de onda do elétron, , está relacionado à sua velocidade por
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
onde h é a constante de Planck e me, a massa do elétron. Bohr não tinha levantado esta hipótese porque só depois é que foi proposto o conceito associado a esta afirmação (veja dualidade onda-partícula). Porém, permite chegar na próxima afirmação.
2. A circunferência da órbita do elétron deve ser um múltiplo inteiro de seu comprimento de onda:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
onde r é o raio da órbita do elétron e n, um número inteiro positivo.
3. O elétron mantém-se em órbita por forças eletrostáticas. Isto é, a força eletrostática é igual à força centrípeta:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
onde e qe, a carga elétrica do elétron./ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Temos três equações e três incógnitas: v, e r. Depois de manipulações algébricas para obter v em função das outras variáveis, pode-se substituir as soluções na equação da energia total do elétron:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Pelo teorema do virial, a energia total simplifica-se para
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Ou, depois de substituídos os valores das constantes:[7]
Assim, o menor nível de energia do hidrogênio (n = 1) é cerca de -13.6 eV. O próximo nível de energia (n = 2) é -3.4 eV. O terceiro (n = 3), -1.51 eV, e assim por diante. Note que estas energias são menores que zero, o que significa que o elétron está em um estado de ligação com o próton presente no núcleo. Estados de energia positiva correspondem ao átomo ionizado, no qual o elétron não está mais ligado, mas em um estado desagregado.
O modelo atômico de Bohr pode ser facilmente usado para a composição do modelo atômico de Linus Pauling. Apenas somando as camadas e as colocando na ordem de Pauling.
Frequência
A frequência orbital[5]
(X)/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Onde é a velocidade angular orbital do elétron.
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
A partir da equação acima, que descreve o movimento orbital mantido pela força de Coulomb, podemos inferir:
/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Substituindo esta expressão na Equação (X) temos:
(Z)/ [FGP [PCFET]] / * ψ [ ] .=
Para o átomo - , a qual está na região ultravioleta do espectro electromagnético.
Se o elétron irradia, a energia E irá decrescer tornando-se cada vez negativa e a partir da Equação do raio da órbita r também diminui. O decréscimo em r na Equação (Z), provoca um aumento na frequência f.
De modo que temos um efeito de pista que quando a energia é irradiada, E diminui, o raio orbital r diminui, a qual por sua vez causa um aumento da frequência orbital f e aumentando continuamente a frequência irradiada.
Este modelo planetário prevê que o electrão se mova em espiral para dentro em direção ao núcleo, emitindo um espectro contínuo. Calcula-se que este processo não dure mais do que , um tempo muito curto na verdade.
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